Sunday, August 26, 2007

Les Vandange

O dia acordou sem qq vergonha, cheio de cores quentes e pujantes, um dia de faca na liga. Os mais adequados tons paro o reinicio da mà vida, o regresso aos dias de vagabundagem.
São as cores deste ceu que fizeram dele um dos mais representados das ultimas epocas de ouro da pintura, hj com imediatismo das artes ja ninguem olha para cima, ja ninguem procura afinar na paleta de cores o azul do ceu de França.
A França onde chegamos ainda de madrugada ainda nao acordou. As cadeiras continuam empilhadas na frente dos cafes ainda fechados com umas luzes timidas, as boulangeries dao as primeiras piscadelas na alvorada deste novo dia que pqrece tardar , manhas de ronha em agosto, uma aragem fresca corre la fora juntamente com os joggers matinais avisando-os dum outono frio que se apressa em chegar.

No meio de toda esta simpatica melancolia, pronto alguem tinha que chegar para a estragar, um tipo escreve no pico do dia, das unicas alturas em aue ninguem o pode chatear e pronto ha sempr, mas sempre alguem que insiste em aparecer.
Mas porque que entre dois animados mas comportados jovens e uns velhos carrancudos, vem smpre chatear os primeiros, se precisam de lugar pessam aos velhos e nao a nos, mas pronto nao ha como negar, o casal de dinossauros fica no lugar e s jovens vao para lugares separados e apertados entre a miscelanea africana do autocarro, onde cheira a fraldas e onde as manchas nos bancos sao realmente de por em causa a higiene do lugar.
A sra a minha frente fala-me numa lingua que desconheço, mas parece advinhar o meu desconforto com os lenços espalhaos na cadeira, no meio de tudo isto vou parar ao lado de uma senhora que parece duvidar de todos os meus movimentso, mesmo quando olho pela jaela que fui obrigado acceitar em troca do lugar da frente, onde tinha o mundo a passar na primeira fila, cheio de tempo e espaço e agora me esta a distante visao periferica do enquadramento da janela, e claro o meu olhar parece incomodara minha companheira de viajem.
O Pedro nao sei se teve melhor sorte, apesar de ter apanhado duas cadeiras, poraue a sua vizinha do autocarro ;, pareceu ter-se incomodado pelo seu bom cheiro o deixou sozinho, mas com seu tamanho nao me parece que esteja melhor do que eu.

Chego q Pqris e repreendo-me automaticamente, mas porque e que eu passo tanto tempo em portugal, mas afinal o que faço eupor la, automaticamente aqueq sensqçao de quem se sente em casa em todo o lado menos na sua propria cidade, Paris da-me esse conforto alem da brisa de memoria que me envqde a memoria com historias de outros tempos e outros cheiros. Contos de Amor? quase perfeito, so faltou o tempo para ser vivido... mqs sqo outras historias...

Agora o comboio e o reencontro em Voigny Beach